29/11/10

A magia da água

Aproveitamos um dia de chuva e saímos para o pátio para observar o seu efeito sobre a paisagem. Junto à horta encontrámos a educadora Mariana que nos mostrou um instrumento que trazia com ela, um " pau de chuva".


08/11/10

Uma visita à Assembleia da Républica

No dia 8 de Novembro, no âmbito das atividades do Centenário da República, as turmas dos 4º anos visitaram a Assembleia da República. Uma visita guiada que nos deu a conhecer um pouco mais da nossa História.

03/11/10

Papá , por favor apanha-me a lua



" Papá por favor apanha-me a lua" uma história que fez soltar a imaginação dos alunos do Pré Escolar. Com a colaboração das Educadoras Mariana Simas e Sónia Antão realizamos várias atividades: fantoches, teatro de sombras e bolinhos de lua.

O dia da escola


No dia 28 de Outubro os alunos da turma B do 4º ano foi comemorar o aniversário da Escola Secundária Anselmo de Andrade, escola sede do agrupamento ao qual pertence a nossa escola, onde tiveram a oportunidade de assistir ao hastear da bandeira.
Em articulação com a turma C do 5º ano do professor José Galvão cantaram e tocaram várias melodias.

18/10/10

Empréstimo domiciliário


No sentido de promover a leitura a nossa biblioteca oferece a possibilidade de requisitar quinzenalmente, obras para leitura/consulta no exterior da escola. A aderência a este serviço foi bastante positiva e foi com enorme alegria de todos os alunos que iniciamos o empréstimo domiciliário de livros.

11/10/10

Centenário da República - acção de sensibilização com o sr. Luís Barradas


Hoje, dia 11 de Outubro, recebemos na biblioteca da nossa escola o sr. Luís Barradas do Arquivo histórico de Almada e falámos sobre os acontecimentos que fizeram do dia 5 de Outubro de 1910 um marco histórico.


Animação teatral - " 5 de Outubro"- com o Vicenteatro




Dirigido aos mais novos, esta acção de informação histórica contou-nos de forma divertida, os factos mais importantes que deram origem aos acontecimentos do dia " 5 de Outubro" de 1910 e as suas consequências. Para além da informação histórica, esta tradicional forma de expressão cultural e de comunicação, trouxe à nossa escola, no dia 8 de Outubro, a já esquecida Barraca de Robertos.




01/10/10

Histórias dos nossos avós


Apeixonados




No dia 27 de setembro recebemos, na nossa biblioteca, a visita do autor do livro Apeixonados. Com ele descemos os rios e atravessámos mares de palavras que fizeram elevar a nossa imaginação.






06/09/10





Bem- vindo à BE
2010-2011


Um livro.....
Um amigo
Uma janela aberta....para o mundo.

08/06/10

O Palácio da Pena

No dia 28 de Maio fomos visitar o Palácio da Pena.
O caminho para o palácio é muito lindo, tem muitas árvores e plantas e principalmente muito ar puro.
Visitamo-lo, vimos o Tritão, a caravela, a sala dos veados e a cozinha que já tinhamos ouvido falar no livro " Uma aventura no Palácio da Pena. Depois de visitarmos o Palácio e termos ouvido a história de D. Fernando e D. Maria, fomos almoçar num sitio muito fresquinho, onde brincámos muito.
D. Fernando foi um homem com ideias geniais, para mandar construir um palácio tão lindo.



4º ano Turma A

07/06/10

Pinguinha







A Pinguinha, é uma gotinha de água, que nasceu no decorrer das actividades do projecto " A Magia da Água".

Feira do livro
















Um escritor na Biblioteca





03/05/10

A Mimi vai à praia





Sim, é verdade! A Bruxa Mimi enganou-se e não foi para a praia mas sim para a nossa Biblioteca....


















A galinha medrosa







A menina que sorria a dormir






A Glória precisava de ouvir histórias enquanto dormia. Por isso, na aldeia, todos ajudavam, no sono da mesma.


Mas como perder tantas horas de sono não deixa ninguém bem disposto, era necessário encontrar uma solução para o problema da Glória.

09/03/10

O rapaz que vivia na televisão

Era uma vez um menino que gostava muito de ver televisão.,via muitos anúncios e programas. A sua mãe tinha que o obrigar a ir à escola.
Um dia a televisão avariou e foi para arranjar. O rapaz saiu à rua e quando parou na estrada e o senhor que estava lá dentro perguntou-lhe se ele queria ir fazer o programa do pudim Perlimpimpim. Ele aceitou.
Quando lá chegou viu uma miuda vestida de fada com as pernas todas torcidas. Depois foi-se preparar, para ir fazer o programa. No sitio da filmagem a fada deu-lhe um pudim que cheirava e sabia muito mal. Teve que comer uns dezanove pudins e ficou enjoado. Na vigésima vez conseguiu a perfeição.
Terminado o programa foi para casa, e quando lá chegou a mãe disse que não havia jantar para ele. Sentou-se no sofá e a mãe deu-lhe um pudim igual aos que tinha comido no programa. Acendeu a televisão que estava arranjada e estava a dar o programa em que ele tinha participado.
Depois viu que era o pudim Perlimpimpim e nunca mais viu televisão. Farto daquilo tudo passou a jogar futebol, a passear e a ir nadar. Deixou de viver na televisão.
Miguel Fernandes
4º A

O sapo apaixonado

Os alunos do Pré Escolar da turma B ouviram atentamente a história do Sapo Apaixonado e partilharam um pouco dos seus sentimentos.
Estar apaixonado é ..........................
Beatriz Henriques - gostar
Tomás - gostar também
Leonardo - gostar muito das pessoas e o coração muito forte
Rita - gostar, é amor, é paixão
Diogo Gomes - muito amor
Beatriz Webbe - dar um beijo
Raquel - gostar das pessoas
Ricardo- os corações batem muito rápido e mais nada
Miguel Ferreirinho - beijar
Madalena - o coração bater rápido
Rafael - só gostar de ti
Leonor - apanhar flores
Débora - dar flores e dar beijinhos na boca
Aida - ficarem juntos
Mariana - amor
Tatiana - muito amor
Beatriz Fonseca - gostar
Diogo Águas - gostar como o sapo
Diogo Ferreira - dar beijinhos
Gonçalo - é gostar muito

01/03/10

A galinha Medrosa

Era uma vez uma galinha Medrosa. Ela tentou comer alguma coisa e como estava muito sol encostou-se à parede, para ficar à sombra. Encostou-se tanto que lhe caiu um bocado de cal na cabeça.
Assustada, correu tanto que o galo lhe perguntou:
- Porque corres tão depressa?
E ela respondeu que lhe tinha caído um bocado do céu da cabeça. O galo acreditou e fugiu com ela.
Depois encontraram o porco que perguntou:
- Porque fogem tão depressa?
A galinha voltou a responder que lhe tinha caído um bocado de céu na cabeça. O porco acreditou e foi atrás do galo e da galinha.
Enquanto corriam encontraram o gato que lhes perguntou:
- Porquê essa pressa?
A galinha respondeu que lhe tinha caído um bocado de céu na cabeça. O gato acreditou e, assustado, correu com eles.
O pato, que passeava por ali, ficou muito admirado ao vê-los a correr e perguntou:
- Do que fogem?
Mais uma vez a galinha respondeu que lhe tinha caído um pedaço de céu na cabeça. O pato resolveu correr com eles
Depois encontraram a raposa que perguntou:
- Porque correm com essa pressa?
A galinha respondeu que lhe tinha caído um pedaço de céu na cabeça.
Fugiram todos com medo.
A cabra admirada de vê-los naquela correria perguntou:
- Porque vão a correr tão depressa?
A galinha mais uma vez respondeu que o céu lhe tinha caído na cabeça. A cabra assustada juntou-se aos outros animais e correu também.
A ovelha, que os viu a passar, perguntou:
- Porque têm tanta pressa?
E a galinha respondeu que o céu lhe tinha caído na cabeça. A ovelha não quis ficar para trás e correu também.
Todos corriam muito para evitar a desgraça. O céu estava a cair aos bocados. Passaram pelo cão que estava a descansar e admirado com toda aquela correria perguntou:
- Porque é que vão a correr tão depressa?
A galinha voltou a responder que um bocado de céu lhe caiu na cabeça.
O cão, muito esperto, perguntou se mais alguém tinha visto e como todos os outros disseram que não, ele achou que o melhor era esconderem-se debaixo da cama da velha para ver o que acontecia.
Com todos os animais debaixo da cama, a velhota assustou-se e disse-lhes:
- Todos lá para fora!
Assustados saíram e quando estavam na rua olharam para o céu e viram que não estava a cair.
2º ano Turma A

Os ovos misteriosos

Era uma vez uma galinha que todos os dias punha um ovo. E todos os dias vinha a dona, com uma cestinha, tirar-lho.
- Já pus 1000 ovos. Podia ser mãe de mil filhos. Mas não tenho nenhum por causa da gente gulosa - cacarejou certa manhã a galinha. - Vou fugir.....................




As turmas dos 1º anos ouviram a história e puseram mãos à obra.














































27/01/10

Quinta Pedagógica dos Olivais

O que aprendemos.......


Gostei de fazer o chá e de fazer a planta. ( Tomás Silva 1º A)

Fui de camioneta, paramos e descemos. Depois fomos conhecer o senhor Pedro e ele mostrou-nos os animais e depois tiramos uma planta e depois fomos plantá-la. Apanhamos outra planta e fizemos um chá. ( João Barreiros 1º A)

Gostei de ver quando o cavalo fez um barulho estranho.(Jorge Silva 1º A)

Gostei muito e aprendi a fazer chá de limão.
Vi coisas que fazem bem às plantas. ( Marisa Silva 1º A)

Plantei as plantas e fomos à horta buscar uma planta para fazer chá. o chá estava bom. ( Eloísa Monteiro 1º A)

Gostei de ir ver os animais, vi um cavalo e uma cabra grande.
Gostei de pôr as plantas na terra e de ir ajudar o meu amigo João a ir buscar a terra no carrinho de mão.( Tiago Pereira 1º A)

Gostei de plantar plantase de ver o cavalo com cabelo, as cabras e gostei de fazer chá. ( Tiago Martins 1º A)

Gostei de fazer chá, de cheirar as plantas que cheiravam a limão e de ver os bichos que o Pedro nos mostrou em papel. ( Salvador Palma 1º A)

22/01/10

As Lendas do Mar

Uma Aventura Assombrada


Era uma vez um grande Deus das Águas que se chamava José e que tinha muitas filhas. Uma delas era muito boa aluna, principalmente a matemática, e as outras tinham inveja. Outra filha era muito traquina e gostava muito de pregar partidas e fazer natação. Outra delas gostava muito de dizer piadas. O João era o único filho e gostava de jogar peixeball e de fazer corridas de cavalos marinhos.
O pai tinha umas barbas verdes como algas, os seus olhos eram azuis cor do mar, o seu nariz redondo e vermelho como corais e a voz grossa como o barulho das ondas a baterem nas rochas.Ele mandava em tudo o que era águas, mares, rios e oceanos, era muito rico e tinha pérolas, anéis, diamantes e muito ouro.
Um dia a filha mais traquina desapareceu do castelo, sem autorização do pai, para ir brincar. Com tanta brincadeira a sua bola de peixeball foi ter ao pé de um barco afundado assombrado. Quando viu o barco teve medo e pensou chamar o pai, mas quando se virou para trás não sabia o caminho. Assustada desatou a chorar muito alto e como estava no território dos tubarões eles ouviram-na e cercaram-na.
O João como estava perto num jogo de peixeball ouviu a mana a chorar e foi ter com ela, levou consigo os seus amigos. Quando chegou lá, viu que ela estava cercada por tubarões, e fazendo pontaria com a bola acertou num tubarão e os tubarões zangados resolvem atacar o João.
O pai teve um pressentimento e apareceu no meio de toda aquela confusão. Ele ordenou aos seus guardas que os mandassem embora e estes obedeceram à sua ordem. Dirigiram-se para os tubarões e eles fugiram de medo.
Para regressarem ao castelo montaram-se na baleia real . Quando lá chegaram, o pai convocou uma reunião familiar real para decidir qual o castigo a aplicar. A filha traquina iria ficar presa numa torre durante uma semana e tinha que tomar conta de crianças que se portam mal como ela.
Quando estava com as outras crianças apercebeu-se do mal que fez e ensinou-lhes a serem boas.


3º ano Turma B

A Tina descobre o corpo

A Tina toma banho no lavatório e olha-se ao espelho........

Os alunos dos 1ºs anos A e B trabalharam a obra " A Tina descobre o seu corpo" tendo sido realizadas as seguintes actividades:

1.Leitura em voz alta . Reconto oral e exploração de conceitos básicos.
2.Reconto da história através de palavras e imagens colocadas num placard.
3.Conhecimento do corpo – diálogo sobre o corpo humano e construção de um modelo articulado para que os alunos observem como se mexe o corpo.
4.Caixa dos sentidos. Caixa com dois orificios suficientemente grandes, para que neles caibam as mãos.Dentro da caixa fechada, são colocados objectos de texturas diferentes. Cada aluno tenta reconhecê-los e identificá-los através do tacto.